Apenas Mais Uma Dose

Bem, postagem de hoje é um poema. Escrevi ele já a um tempo, porém, não me animei a postar em lugar nenhum, até o presente momento. É no mínimo… Diferente! Mas imagino que um ou outro possa acabar por se identificar.

Com certeza não é o meu preferido, mas estamos aí…

“O bebedor de Absinto” – Victor Oliva || Edições: Milla C.
E então surgiu o desconhecido
A seus olhos inocentemente absintos

E a ferida se abriu ao pisar na indecisão
A bebida desceu quente, e era primeira dose à mão

Mais uma, por favor, barman
– Whisky a gogo! Eu quero me vingar
– Mais uma dose antes de matar…

E sabe, era tudo incerto, confuso
Agora era uma dose de vodka
E a face a contorcer-se
– Óh! Que cruel o mundo

Quente, queimando
– Por favor mais uma!

E sabe? Me pergunto de quem é a culpa
Quem sabe minha, é, com certeza
Beber para esquecer…
– Mais uma dose, por  favor
– Agora quero apenas matar esse tal de amor

Apenas com mais uma dose…




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