Precipício de Memórias

Mais um poema, feito na madruga ;}
 
Então posso me ver a correr
por verdejantes campos de
memórias alteradas.
A grama de um tom tão verde
Que chega a ser negro de sombras
Um céu tão escuro
Que aparenta sempre uma tempestade
E é impulsivo, louco e presente
Como meus pés descalços
Me levam sempre a frente…
Os cabelos ricocheteiam
Ferozes e selvagens
E um sorriso sempre me estampa
Quando corro assim sem rumo
Não há caminhos, nem “Por quês?”
É apenas a liberdade tomando-me
Como um amante sereno noturno
E cada célula de meu corpo combatendo
A vida diária cheia de regras
E é tão nostálgico o vento
A deslizar por minha pele
Em meu sonho preto e branco
Que acabo por me apegar a essas
Falsas lembranças de uma memória viajante,
Onde o infinito é apenas o princípio.
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