[Irony of Fate] Capítulo 9

– Para que tanta pressa?

Ele murmurou baixo, assim como aquela noite havia feito em seu ouvido em um sussurro rouco enquanto a sentia profundamente, arrancando-lhe um gemido. – Oh! – Ele se lembrava perfeitamente em como a pequena era quente, e impulsionado pela bebida, ou talvez apenas desejo reprimido, ele avançou sobre o pequeno corpo, com uma incrível calma. Não a deixaria escapar essa noite.

Suavemente roçou os lábios na bochecha de Emi, que permaneceu parada apenas soltando um pequeno suspiro, ele riu contido e deixou o nariz gelado provocar pequenos arrepios nela em seguida levando os lábios para seu pescoço e depositando um beijo casto. Sentiu os cabelos da nuca, serem puxados e as pequenas mãos ainda meio receosas procurava fazer os lábios se encontrarem.

Diogo sentiu-se intimamente satisfeito, tinha necessidade do corpo de Emi, e vê-la à procura de seus lábios era de certa forma, nostálgico. Após ela não havia dormido com mais ninguém. Ela havia enfeitiçado-o ou o quê? Talvez seja amor, oras! Descrente ele expulsou tais pensamentos. Seja lá o que fosse ele logo a teria.

Ele levou ambas as mãos ao quadril da mesma apertando o lugar sem deixar de distribuir beijos no pescoço da mesma, coisa que a fazia se arrepiar meio irritada ainda tentando puxar a face dele para si. Diogo procurou o laço onde abria o roupão e agradeceu aos céus ao vê-la apenas com um conjunto de lingerie rosa, rendada de preto – Isso com certeza facilita meu trabalho… – E onde estava o mal estar? Era algo ignorável nesse momento.

Quando Emi finalmente sentiu os lábios dele pressionarem-se nos seus, também um arrepio passou pelo corpo enquanto a parede fria atrás de si lhe confinava aos braços dele, suas mãos grandes espalmadas a mantendo colada em si. Era tudo lento, quase torturante, ela se perdeu em meio aos beijos enquanto ele arrancava-lhe o sutiã e no mesmo impasse acariciava-lhe os mamilos por entre os dedos em uma massagem gostosa, para depois então levá-los por entre os lábios sugando um por vez, e por ora, ambos espremidos juntos.

Ele a colocou de costas para si, deixando o azulejo frio por si só arrepiá-la enquanto explorava seu corpo, Diogo a mantinha confinada, e a essa altura ela já podia sentir perfeitamente sua ereção roçando em seu bumbum, sorriu procurando pelo canto dos olhos o olhar dele fixo em si, sorriu mordendo os próprios lábios. Será que ela sabia o quanto aquilo lhe dava ideias impróprias?

Sim, sabia, e era essa sua intenção.

Emi o empurrou para longe o olhando descaradamente enquanto soltava uma lamúria imprópria qual Diogo não pôde entender, mas assim que ele foi se aproximar novamente ela simplesmente deixou-se escorregar pela parede desgrenhando os cabelos e ajoelhando-se no chão parando de frente para o membro de Diogo. Ela depositou um beijo leve na ponta fechando os olhos no processo, sentiu os fios de cabelo serem emaranhados e puxados um pouco a fazendo soltar um gemido deliberado. Ele olhou-a como que se a espera de algo, enquanto a mesmo o encarava com olhos inocentes.

– Chupa gostosa… – Ela sorriu maliciosa ao ouví-lo desviando o olhar e apenas acariciando o pênis entre as mãos lentamente.

– Achei que não fosse pedir. – Ela soltou o comentário abocanhando o membro em seguida e o levando à loucura em pouco tempo.

Entre carícias, não demorou para que as últimas peças de Emi encontrasse o chão como destino. Diogo havia pego-a e a mantinha enganchada com as pernas em volta de si até chegar ao chuveiro qual ligou, deixando uma rajada de água fria cair sobre ambos.

– Frio… – Ela tremeu sob o corpo dele enquanto o mesmo apenas se pôs a rir roçando levemente os lábios nos seus.

– Eu te esquento. – E ela se calou sentindo o a distribuir beijos por sua face, mordidas em seu pescoço e um assopro em sua orelha que apenas serviu para amolecer-lhe as pernas fazendo com que Diogo tivesse de sustentá-la enquanto sorria satisfeito, com o efeito que causava na mesma – Está cansada, pequena? Quer parar?

– Não! – Ela se apressou a responder com um fio de desespero, arranhando o tórax do parceiro deixando marcas enquanto sentia-se umedecer com o membro dele esfregando-se em sua intimidade.

Era madrugada, e a água gelada parecia não estar sendo uma boa pedida apesar de tudo, e quando ela estremeceu pela quinta vez, em meio a tropeços e carícias chegaram ao quarto.

Emi sentiu-se ser jogada na cama de bruços e o corpo de Diogo colou com o seu em questão de segundos, ela empinava o bumbum pra cima enquanto ele acariciava com certa força sua intimidade, ela abafou parte dos gemidos no travesseiro, e quando estava quase lá ele a virou de frente para si e desceu distribuindo beijos por seu corpo até chegar novamente em sua intimidade, onde tratou com beijos, mordidas e lambidas profundas.

– Oh! Diogo… – Emi puxava os cabelos dele enquanto arqueava o corpo sempre em busca de mais, e de repente, tudo cessou, exceto a respiração quente. Ela ofegou frustrada, mas estranhou a falta de movimentação, recuperando o fôlego, ela o chamou, e ao não obter resposta puxou-o pelos cabelos e constatou surpresa enquanto a frustração tomava conta de si.

Diogo havia dormido.

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