Vendaval

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Então me iluda com essas palavras tolas e vazias

Enquanto balanço em um abismo sem fim

Correndo por mares nebulosos de segredos

Em uma rede mal-feita pela rotina

Do tempo, atrasado no nada do infinito

 

Devora-me antes do céu me tocar

Para que não mais possa vê-lo com pesar

 

Então confesse-me em uma canção

Baixa e simples, perdida em um vendaval

Seu coração o que quer, pequenino

 

Só então correrei para os braços

Do que não se quer, apoderando-me

Da liberdade infinita e sem nome

Sem leis nem memória, por favor

 

Apenas uma vez me jogarei aos céus então

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É que as palavras tomaram conta de mim, logo, tem mais um poema! 😉

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