Anjo Sem Asas

“E se é assim mesmo tão pura, Oh! Criatura diurna… Não irá querer se contaminar com o anjo, quais as asas ele mesmo arrancou”…

ASA

Então escute com atenção

Meu silêncio que lhe grita

Pois é ele a quem deve temer

De quem deve correr

 

Oh! Pura criatura diurna

 

Pois o sangue já está corrompido

E da adorada noite de segredos

Sem medos nem receios

Já não há mais o que se salvar

 

E um julgamento do vento

É o que convém a unir-me

Aprecie meus gritos silenciosos

E as lágrimas que tecem a fúria

 

Mas nunca confie em meu silêncio gritante

 

Apenas fuja, Oh! Pura criatura

Pois já não conhece o anjo sem asas

E de infames esperanças

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2 pensamentos sobre “Anjo Sem Asas

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