Filhos do Mundo

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E à vocês filhos do mundo

De olhos insanos profundos

Que à margem se deslocam

E nas noites os ventos tocam

 

A vós minha singela inveja

Dessa liberdade também tocar-me

De correr por essas estradas sem fim

Dos pássaros a coroar com seu canto

 

Aqui perdida no fim dos tempos

Meu corpo se desdobra em ânsia

Por um pouco de aventura mundana

Que traga vida à meus olhos vazios

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