Nee

Querido diário, é 20 de fevereiro e hoje…

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HOJE VAI TER UMA FESTA! BOLO E GUARaná…

Okay, passou! Fui uma criança feliz ouvindo Xuxa, 2 beijos!

Mas vai ter uma festa mesmo *-*

Considerando a quantidade de assuntos aleatórios que proponho a cada loucura, esse deve ser um dos que mais tem foco.

Assunto: ANIVERSÁRIO DA MINHA PIRRALHA FAVORITA – que não é mais pirralha! Triste T^T

Então, acho que nunca comentei que sou filha única, pois bem, eu sou. Mas de vez em quando me deparo com verdadeiros irmãos – os que são verdadeiros prevalecem – e hoje é aniversário de uma delas, a mais pirralha de todas, minha nee, que conheci a uns 4 anos e virou meu chulé com cheiro de queijo (Ui’ poético XP).

O que falar dessa pirralha que muito conheço e considero pakas – Rs’

Ela é gaúcha e com ela aprendi o Bah!

O angu é polenta e já nem precisa mais falar

Coisas fofas apela pro diminutivozinho, mas nem vou zoar

Porque por Kami de Ichigo e Rukia 

Mil e um vícios que não pára de falar

Esquilo, pirralha, Joana Borba

Menina-mulher que sempre está a sorrir

Feliz Aniversário!

16 anos, héim? Não, não vou parar de te achar uma pirralha!

Te cuida guria, tudo de bom, te adoro, té logo! Rs’ :3

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Parceiros

Hey gente!

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Aos mais atentos aos detalhes que perceberam o Widget aqui do lado com o título de “Parceiros”, fiquem sabendo que agora eu tenho um parceiro! Uh’ – parei – Então, um amigo criou um blog, e daí resolvemos fazer a propaganda trocada.

O foco do blog é J-Rock, e ele tá todo animado buscando novidades e um estilo pra página, então se ficou curioso, visite esse intrigante mundo: Kyozo Symphony.

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Então, se alguém gostou da ideia de ter um parceiro e tal, entra em contato (facebook Milla Christie – eu >.<), e podemos fazer o mesmo – Expandir os horizontes é o que há!

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Beijos meio amargo, e até a próxima 😉

Polícia e Ladrão

Antes de tudo, esse é um post bem humorada sobre particularidades discutidas por dois viciados em filmes e seriados de ação.

O nome do post vem de uma brincadeira que costumava encher todos os recreios da minha infância – bons tempos!

Domingo, nada o que fazer, e no fim percebi que uma conversa ao acaso tinha um bom material reunido pra passar o tempo, portanto, divirtam-se!

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    1. Pra começo de conversa, por que raios ninguém atira enquanto pode? Um tirinho de nada na perna, pra imobilizar o sujeito, mas não. Vamos deixar o malvadão ameaçar todo mundo e depois tomamos uma atitude;
    2. Quando enfim puxa o gatilho, os tiros erram;
    3. Daí tem uma sombra, vamos descarregar o cartucho! – E no fim era só um rato;
    4. Um gordinho – nada contra gordinhos ❤ – contra três agentes bombados e altamente treinados, e os caras são rendidos porque não atiraram antes;
    5. No fim eles viram reféns – pode falar, não sabiam mais o que colocar pra dramatizar a coisa;
    6. Ah! Se você é um fugitivo, sempre more em uma casa com porta dos fundos. Ela sempre está aberta, e nunca tem nenhum policial esperando;
    7. E quando batem na porta da frente? “Hey mal feitor, saia com as mãos para cima. Aqui é a polícia”;
    8. E como bons seres humanos que são, os policiais sempre acham que eles vão se render e confessar ao ouvir;
    9. Mais engraçado quando o sujeito está fugindo e eles mostram o distintivo! O que eles acham? – “Pow Seu Policia, mal mesmo, pode me algemar” – Claro, faz muito sentido;
    10. Tem também aquela velha ladainha: Pare se não eu vou atirar! – 2km depois, a mesma coisa. Aí ou o bandido corre mais ou atira primeiro – “Ô Seu Polícia, se fosse verdade, você teria atirado lá atrás!”;
    11. E claro, sempre tem uma grade que o bandido pula, e geralmente os policiais são roliços demais – de tanto comer rosquinha – pra poder aguentar ir atrás;
    12. Quando não, eles não cansam, são verdadeiros maratonistas, até dá pra ver eles antes de começar a perseguição: “Tomar um energético aqui!”;
    13. E quando enfim pegam o sujeito, o discurso. Ah! O discurso…

Por aqui se encerra gente, é só eu ou alguém mais aí é louco por aquelas benditas rosquinhas que aparecem em todas cenas de uma delegacia clássica?

Mais uma vez, é só uma brincadeira particularmente ligada à essas cenas que percebemos por aí! Pedro, man, valeu por dividir as experiências!

Beijos meio amargos, e até a próxima, meus caros 😉

Rotina

Bom dia! Pra começar o dia, um pensamento distinto 😉

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Depois de inúmeras pessoas, – amigos de anos, ou simplesmente uma dona de casa sentada em um banco de hospital aguardando à uma consulta que puxou conversa do nada – uma questão perturbante, enfim foi respondida.

Por que as pessoas se deixam submeter-se à situações desconfortáveis impostas por outros?

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Somos todos livres, era meu primeiro pensamento. Se sente explorado pelo chefe, por que não larga o emprego? O marido a humilha e é abusivo? Você pode viver sem ele, superar, mostrar que você pode continuar vivendo, e ainda melhor com tranquilidade.

Dificuldades? Sempre se tem, mas não é melhor o risco do que a aflição?

E claro, tudo parecia tão simples. Não, não vou começar a contar uma história triste agora, que aconteceu algo comigo, e agora estou do lado desses sofredores que se mantém ao lado do pesadelo. Realmente minha personalidade não consegue deixar as coisas passarem tão facilmente, não me importo que as coisas mudem, que radicalizem, desde que eu possa manter-me em uma rotina agradável – sem gritos, discussões, e com permissão pra me perder em devaneios como esse agora.

Claro que sei que isso não vai durar para sempre, e não dura mesmo. Volta e meia algo atrapalha meus pensamentos de extravasarem, mas aí é que está, radicalizo o quanto for preciso nas decisões, pra conseguir me manter assim devaneada, e é algo inconsciente, algo qual costumam chamar de impulsividade.

Então, indo contra todas as regras de uma boa redação, entranhadas em minha mente pela sábia professora do ensino médio, aqui está em primeira pessoa, e sem muitas regras mais, apenas o pensamento escrito.

Em resumo, descobri a palavra chave: Rotina.

Segundo o dicionário: Hábito de fazer uma coisa sempre do mesmo modo, mecanicamente; repetição monótona das mesmas coisas; apego ao uso geral, sem interesse pelo progresso.

Acredito que, apesar de ainda achar simplesmente insano se deixar submeter a algum tipo de aflição, sem necessidade – necessidade do tipo, foi vendido como escravo. Realmente não há muito o que fazer – as pessoas simplesmente se acostumam aquela coisa, mesmo que seja nocivo, elas simplesmente se perdem se não tem aquilo. Usando o exemplo anterior, uma pessoa vendida como escrava, mas que tem como rotina a liberdade, – mesmo que apenas em pensamento –  vai lutar até não ter mais forças pra voltar pro seu ponto de calmaria, ao mesmo modo que outros podem aceitar a condição como normal.

O caso é que estranhamente, algumas pessoas parecem não saber o que fazer sem os dramas absurdos, sempre, inconscientemente, à procura de algo mais pelo que reclamar, chorar, espernear ou apenas sentir-se mal. Assim como outros simplesmente se irritam a toda situação do tipo, e tentam resolver o mais rápido possível.

Não é que apreciem, é simplesmente sua rotina.

Se as coisas melhorarem automaticamente, a outra parte tomar uma decisão, pode ser que goste muito mais. Mas em si, você não consegue tomar essa decisão, é um suposto medo pela quebra dessa rotina. Irracional, confuso, mas incontrolável.

E do mesmo modo que não gosto de limitações, mas aprecio a calmaria, a aventura de jogar um aviãozinho de papel de volta pra uma criança que brinca na rua, ou escrever essas palavras tão devaneadas.

Não que isso permaneça para sempre, as pessoas mudam a todo tempo, – seja naturalmente ou por choque – pra melhor ou pra pior, em suma, esse poderia ser um assunto bem controverso, com opiniões variadas, – do tipo “Você enlouqueceu de vez”, ou “Sabe que você tem razão?” – independente, pense e reflita. Aventura ou calmaria.

Como está a rotina da sua alma?

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E por aqui me despeço, amados leitores! Beijos meio amargo, e até a próxima 😉

Fruta Mordida

E qual é o sabor da decepção?

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Sabe, quando se vê uma fruta com cores exuberantes, a textura suave, e sua boca saliva para uma mordida, e então… Surpresa! É azeda.

Aos risos escrevo essas palavras, é quase palpável a face em negação àquela beleza transplantada, mas de íntimo tão decepcionante.

Já leu um livro em que o mocinho morre no final?

Oh meu caro leitor, se sua resposta é afirmativo pra essa pergunta, então conhece muito bem o gosto azedo da fruta. Tudo se inicia com aquelas palavras tão bem calculadas para seduzir-te, com personagens que te lembram aquele melhor amigo inseparável, a luta do bem contra o mal com um herói como você sempre quis ser, e daí uma flecha perdida, ataque cardíaco, ou cortou o dedo com papel e teve uma hemorragia. E bye, bye, personagem preferido!

É, eu sei que se identificaram com uma dessas questões. Se não, sinto dizer que precisa ler mais e experimentar mais frutas azedas por aí, porque a vida não é uma eterna beleza perfeita interior e exteriormente!

Mas isso não faz das coisas boas muito melhores?

Aquela gargalhada mais engraçada que a piada, os gritos de uma criança correndo em seus primeiros passos, a fruta feia e surpreendentemente doce, e livros que lhe dão uma lição para seguir em frente, ou apenas entretêm de forma única a mente.

Sem razões peguei-me a sorrir pensando em decepções, eu tinha um recado importante pra elas – aquelas que já passaram e as que ainda virão. Obrigada por tudo, inconscientemente, percebi que aprendi a gostar muito mais das pequenas boas surpresas, mesmo que essa seja o abraço de uma criança desconhecida que te confundiu com alguém especial para ela.

Decepções? Desculpa se não ligar mais, mas estou ocupada com “a sorte de um amor tranquilo com sabor de fruta mordida”, intensamente compromissada com viver.

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Ps.: Pra quem não sabe o trecho – “a sorte de um amor tranquilo com sabor de fruta mordida” – é de uma música do Cazuza, Todo o Amor Que Houver Nessa Vida.

Post aleatório, só pra quebrar essa quarta-feira. Obrigada a todos que lerem e até a próxima, beijos meio amargo ;*

Entardecer

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A pipa imitava leigamente o voo das garças, e as nuvens dispersas no azul do céu era um banho de cores do acinzentado aos tons infinitos de laranja e vermelho chegando ao branco. Se fosse outra época, aquelas montanhas ao redor poderiam guardar um vale, onde os valores seriam gentilezas.

Então ignorando tudo, sonhou acordada com o mundo que não era, mas não se importava desde que pudesse apreciar sua ilusão particular, e desconcertada ao ouvir um pássaro cantar, sorriu.

Era o ponto mais alto que poderia alcançar, mas não alto o bastante para ignorar o som do trânsito. Apesar de tudo, deixou-se levar pela brisa que batia lhe na nuca bagunçando os fios de cabelo, apreciou os raios solares do entardecer e tudo então lhe parecia poesia.